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Café do Brasil Minas Gerais Fazendas

(34 avaliações de clientes)

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Café muito doce, notas chocolate e frutado (damasco), doce na boca, acidez média, bom corpo com textura agradável e, sobretudo, destaca seu equilíbrio. 

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1kg. 140 cafés 0,17€/café
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Descrição

PAIS: Brasil
FINCA: Pantano I, Vitoria y Congonhas
REGIÃO: Minas Gerais
ALTITUDE: 950 metros
PROCESSO: Natural
TIPO: Especialidade
SCA: 83.75

NOTAS: Damasco, chocolate, equilibrado

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Os atributos dos nossos cafés

Em Incapto Coffee, geramos diferentes escalas para definir os nossos cafés. Assim, tanto se tú fores um consumidor experiente como se teus conhecimentos sobre café são básicos, queremos que tenhas a informação suficiente para escolher o café mais adequado às tuas preferências.

Café de Cajamarca Perú

AROMA
Os cafés mais simples tem valores menores e, os cafés mais complexos, onde podemos encontrar aromas de frutos secos, frutas ou flores, tem valores maiores. Se tú gostas do aroma de café comum, sugerimos-te os cafés com pontuações menores. Mas, se tú gostas de experimentar aromas diferentes e com componentes olfativos, sugerimos-te os cafés com maior pontuação.

AROMA
Os cafés mais simples tem valores menores e, os cafés mais complexos, onde podemos encontrar aromas de frutos secos, frutas ou flores, tem valores maiores. Se tú gostas do aroma de café comum, sugerimos-te os cafés com pontuações menores. Mas, se tú gostas de experimentar aromas diferentes e com componentes olfativos, sugerimos-te os cafés com maior pontuação.

ACIDEZ
Uma forma simples de explicar esse conceito é que a acidez é a personalidade do café. Faz com que, ao experimentá-lo na boca, te surpreenda. Uma acidez alta, mas sempre equilibrada com os outros atributos desse café, confere-lhe doçura e gera salivação assim que foi tomado. A acidez é estreitamente ligada à altura do cultivo do café. Quanto maior a altura, maior teor em acidez. Para os verdadeiros amantes do café, essa acidez, alta mas equilibrada, é a que nos tem apaixonados.

TORREFAÇÃO
Os nossos cafés são torrados para que, na hora de pepará-los com nossa cafeteira “súper automática”, obtenham o corpo e o creme esperados num espresso. Por isso, o grau de torrefação para nossa gama de cafés é 4 sobre 5.

CORPO 
O corpo é a textura do café, a sensação na boca. Vamos explicá-lo de uma forma simples: os cafés com pontuações menores no corpo, são leves, e os cafés com pontuações maiores dão uma sensação de ‘encher mais a boca’. Embora possa ter maior o menor corpo, tens que ter em conta que o corpo do café é influente, dependendo de como for a preparação da bebida, já que os mesmos óleos que extraimos no momento de preparar o café, também vão fornecer maior ou menor corpo. Por exemplo, se mudas o ponto de moagem, já estarás a modificar o corpo da tua chávena de café.

AMARGOR
Geralmente, estamos acostumados à ideia de que o café tem que ser preto e amargo. No entanto, como já temos visto, existem muitas caraterísticas para definir o café. Na nossa escala, os cafés com pontuações maiores no amargor, são recomendados para pessoas que gostam do café comum ou “forte”, sendo “forte”, potente e amargo. Nesse mesmo caso, também acontece que, dependendo da forma de preparar o café, poderás prepará-lo mais o menos amargo. Por exemplo, se modificas o ponto de moído ou a temperatura da preparação. De essa maneira, poderás alterar esse fator.

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INTENSIDADE
A intensidade é uma caraterística que fornece uma ideia geral sobre o café. No entanto, te aconselhamos que, se procuras cafés intensos, tenhas em conta, também, atributos como a acidez ou o amargor, já que temos cafés intensos e armargos e cafés intensos e com maior acidez. Se gostas dos cafés intensos mas normais, escolhe um café intenso com amargor alto. Pelo contrário, se gostas de cafés intensos e complexos, escolhe-lo com maior intensidade e acidez.

FORÇA
A palavra força… no café, é muito ampla e pode gerar muitos mal entendidos. Começemos: a falar devidamente, a força de um café é a densidade da bebida. A falar técnicamente, é a quantidade de sólidos do café que dissolveram-se na água. Para que o café tenha a força adequada, tem que estar entre 1% e 1,5%, e o resto será água. Mas, em Incapto, temos vontade de nos aproximar ao linguagem mais popular e coloquial, quer dizer, ao que teu vizinho entende como “café forte”. Por isso, a nossa escala de força é ligada apenas à armagura e ao corpo que pode ter esse café. Quer dizer, na nossa escala, os cafés com menor força serão cafés mais suaves, pouco amargos, e os cafés com maior força serão cafés amargos e “poderosos”. Mas tens que considerar que a força depende muito da maneira que tú prepares o café. Por exemplo, se a moagem é grossa, se tem muito tempo que café foi aberto, se a temperatura da água é baixa… tudo isso fará com que teu café seja menos forte. Pelo contrário, se utilizares uma moagem mais fina, mais gramatura do café, se o café ficar mais tempo en contato com a água, se os pontos de torrefação são maiores, entre muitos outros fatores, terás como resultado uma bebida mais forte, com maior concentração de café!

Pontuação SCA
Como não podeira ser de outra maneira, todos os nossos cafés são pontuados por nossa degustadora Q Grader Beatriz Mesas. A pontuação é a suma de 11 atributos: 1º fragrância/aroma, 2º sabor, 3º sabor pós-sabor, 4º acidez, 5º corpo, 6º equilíbrio, 7º uniformidade, 8º limpeza da chávena, 9º doçura da chávena, 10º pontuação pessoal do degustador y 11º cafés com um possível defeito penalizam-se com pontuações menores. Esse sistema de pontuação é internacional. Só os degustadores certificados pelo CQI (Coffee Quality Institute) são autorizados para pontuar os cafés, e o protocolo de degustação utilizado é o da SCA (Specialty Coffee Association). Si queres conhecer mais sobre esse asunto, entra em nosso post sobre SCA

 

Sobre o café

Esse café Minas Gerais do Brasil pertence à “Região do Cerrado Mineiro”, conhecida mundialmente por ser a origem de cafés de alta qualidade, e a primeira denominação de origem no Brasil.

Esta região é sinônimo de excelencia por seu clima templado e solos férteis, e não podemos ignorar o respeto ao meio ambiente e ao seguimento de um programa de processos de produção sustentável que garante o uso correto dos recursos naturais.

O perfil de chávena é excepcional e excede em muito o que procuramos num café do Brasil. Não é un café convencional, destaca-se na maioria dos seus atributos, e podemos falar de complexidado tanto em aroma como em sabor.

Brasil é o pais mais influente e mais poderoso económicamente da América du Sul, e uma das maiores economías do mundo. Durante os últimos anos fez grandes avanços para tirar da pobreça a milhões de pessoas no pais inteiro.

O café foi introduzido no Brasil em 1720, no estado do sul do Paraná, e tornou-se a potência do mundo cafeeiro, representando mais de um têrcio de café produzido. Diz a lenda que, nesse momento, o governo brasileiro pretendia uma redução da produção mundial de café, e enviou o tenente-coronel, Francisco de Melo Palheta, para a Guiana Francesa sob o pretexto de mediar uma disputa na fronteira. Ciente de que ele não teria permissão para visitar as plantações de café tipo fortaleza, o tenente utilizou seus encantos para seduzir à primeira dama da Guiana, e a encorajou a dar-lhe as mudas que ele também queria. Incapaz de resistir-se a seus encantos, ela deu-lhe um ramo cheio de sementes de café em um banquete de despedida em sua homenagem. Não é possível comprovar si o sexo e o u engano realmente estão por trás da introdução do café no Brasil, mas não há dúvida de que hoje, no século XXI, o domínio do Brasil na produção mundial não tem oponentes. Os cultivos anuais de até 60 milhões de sacos, estão a tornar-se comuns.

As plantações de café abrangem cerca de 10.000 milhas quadradas do pais, e, dos 6 bilhões de árvores estimados, 74% são arábica e 26% robusta. O estado de Minas Gerais é um dos maiores produtores, graças às paisagens adequadas, clima e solos ricos.

De todo o café do mundo, cerca do 50% é produzido no Brasil: quase 3.6 milhões de toneladas métricas anuais. Com tanta quantidade de café produzido no pais, não é surpreendete que exista uma ampla gama de qualidades produzidas. O Brasil produz de tudo: desde Robusta natural até os cafés estándar, neutros e suaves Santos 17/18 e o distinto Rio Minas 17/18. Nos últimos anos, os produtores brasileiros também começaram a investir mais na produção de café de especialidade. Os cafés do Brasil adicionam cafés suaves, doces e, as vezes, florados, ao espectro de especialidades.

Além de ser o maior produtor de café, Brasil também ocupa uma posição de destaque entre os principais paises consumidores de café do mundo. No número 14, Brasil consume a maior quantidade café de todos los cafés da América do Sul e Central, em toda América, é o segundo após a Canadá.

Informação da finca

É uma mistura de cafés de diferentes Fazendas. Sua procedência: Fazenda Pantano I, Fazenda Vitória e Fazenda Congonhas:

Produtor: Jorge Fernando Naimeg e outros 

Município: Coromandel, Minas Gerais 

Altura: 1.050 métros

Fazenda Pantano localiza-se no Cerrado, perto da cidade de Patos de minas, numa altitude de 1.150, e abrange, no total, uma área de 600 hectares. Mais de 100 hectares da terra formam parte de reservas florestais permanentes. Isto é un requisito legal da lei brasileira. As cerejas amarelas de bourbon são recolhidas e esmagadas e, depois, secam-se imediatamente nas camas elevadas do tipo africano, para ser secas ao ar. Isso traz como resultado uma chávena mais limpa do que no caso do café natural processado, com notas mais brilhantes e um corpo mais leve, mas de maior complexidade. Todo o processo é realizado na fazenda, e o café é esmagado únicamente no ponto de exportação, e conservado em sacos de grãos, para preservar o sabor e o frescor. A fazenda apoia uma escola local, e, também, financia várias capacitações e cursos para os seus funcionários. Está certificado pelo Rainforest Alliance.

Com mais de 550 hectares e 148 variedades de café, incluidas as famosas Yellow Catuai, Ibaré, Topazio, Caturra, Acaiá e duas variedades exclusivas, UVA (IAC 125) e Yellow Bourbon LC30-10, cultivadas apenas na região do Cerrado Mineiro e outras 250 hectares cultivadas em Mogiana e em outras partes do Estado de Minas Gerais, Wagner utiliza a última tecnologia para produzir cafés especiais, com qualidade e sustantabilidade. Fazenda Pantano é localizada no Município de Patos de Minas, perto da cidade de Patrocínio.

Fonte:

http://brazilcoffeenation.com.br/property/show/id/17

Produtor: César Henrique Salgado Magriotis

Município: Perdizes, em Minas Gerais

Altura: 970 metros

Fazenda Vitória, localizada nos municípios de Alfenas y Fama, no sul de Minas Gerais, tem um histórico de sucesso nos agronegócios brasileiros. Produtor de café tradicional, produz grãos finos y de qualidade, cuidadosamente preparados num processo que combina tecnología de ponta e operação remota desde o início do século XIX.

Essa combinação de conhecimentos garante a qualidade dos cafés em Fazenda Vitória, e a saúde dos cultivos, uns dos mais bonitos da região de Sulmine.

Tradicional, também, na criação de gado Nellore, Fazenda Vitória destacou-se pela qualidade do seu rebanho, que tem registrou animais de qualidade genêtica verificada. Esses fatores fizeram com que a Fazenda Vitória conseguisse uma posição importante na criação de gado, atraindo, assim, aos compradores de todo Minas Gerais e dos estados limítrofes.

Fonte: http://fazendavitoria.agr.br/

Productor: Lázaro Ribeiro de Oliveira

Município: Patrocínio em Minas Gerais

Altura: 950 metros

Vindo da indústria alimantar, Lázaro Ribeiro de Oliveira aproximou-se ao café enquanto acercava-se ao resto, acreditanto, “faças o que fizeres, faz teu maior esforzo”. Embora tenha cultivado café como uma maneira de diversificar seus bens, rapidamente descubriu sua paixão pelo café. Pouco tempo depois de começar a cultivar, Lázaro passou a produzir café a tempo inteiro, e o café tornou-se não só o seu negócio princial, mas também a sua paixão.

Sob o cuidado e a crença de Lázaro sobre a importância do esforzo de fazer as coisas da melhor forma, Fazenda Congonhas tem produzido o café da maior qualidade possível.

Hoje, Gustavo Ribeiro tem assumido a herança do seu pái, e continua a fazer seu excelente trabalho. Ao invés de adormecer sobre os louros do seu pái, tem continuado a melhorar as técnicas de cultivo e processamento. Lázaro vai ser o primeiro em dizer-lhe que pensa que as evidentes melhoras no café, são o resultado do trabalho árduo do seu filho, e da incasável procura de exceléncia.

A ligação de Gustavo com o café inicou-se muito cedo. Estâ envolvido no cultivo de café desde muito jovem. Também, herdou a paixão do seu pái pela perfeição, e é inspirado para continuar a cultivar café de especialidade.

Aproximadamente o 70% da produção total da fazenda, é de especialidade. Para conseguir a maior qualidade possível, Gustavo Ribeiro escolhe as variedades mais adequadas para o clima, e seleciona as melhores plántulas. Por exemplo, o Catuai amarelo que compõe esse microlote. Ao mesmo tempo, investe muito tempo e atenção nas práticas de coleita y pós coleita.

No Brasil, existe uma quantidade crescente de fazendas similares à Fazenda Congonhas, que estão mais focalizadas na qualidade da chávena, do que na quantidade. As fazendas aproximam-se ao cultivo, a coleita o processamento, com muita atenção no detalhe.

No Brasil, a altitude e o solo volcânico são as condicões ideais para cultivar os cafés brasileiros equilibrados e com bom corpo. As fazendas planas e amplas, fazem com que seja fácil a mecanização, e permitem reduzir os custos de produção. De essa maneira, o Brasil torna-se um dos poucos paises com vantagens realmente confortávels diante dos baixos preços no mercado mundial.

Em muitas das regiões cafeteiras do Brasil, a paisagem relativamente plana, combinada aos elevados salários mínimos, levou à maioria das fazendas a preferir a colheita mecânica, em vez de utilizar a colheita manual seletiva. Anteriormente, isso significava que a remoção de tiras era a norma. No entanto, as colheitadeiras atuais são cada vez mais sensíveis, o que faz com que as fazendas só consigam, em cada pasada, colher cerejas completamente maduras. Isso é uma boa notíca para os produtores voltados para a especialidade.

A maior parte do café no Brasil, é produzido através do método natural. Após a colheita e a classificação, para secar, a cereja é colocada em pátios de concreto. Na região do Cerrado Mineiro, as temperaturas diurnas podem chegar até os 25 graus centígrados. A tarde e a manhã podem ser muito frias. Durante os periodos frios ou chuvosos, os produtores protegem as cerejas com lonas, para protegé-las.

A fazenda é certificada pelo Rainforest Alliance, e tem a certificação Certifica Minas.

Fontes: http://brazilcoffeenation.com.br/property/show/id/172

http://congonhascoffee.com/

dicas de conservação

O café é um produto muito delicado. É oxidado pelo ar, e começa a perder suas propriedades organolépticas; por isso, oferecemos algumas dicas para mantê-lo melhor:

  • Coloca a quantidade necessária de café para dois dias, no máximo. O café conserva-se melhor na embalagem com o zip fechado, do que no compartimento ou tremonha da máquina de café.
  • Se não dispões das nossas cafeterias superautomáticas, mói o café na hora da sua utilização. Assim que o café estiver moído, o processo de oxidação vai multiplicar-se em 15. Isso significa que perderá mais rapidamente o seu sabor e aroma.
  • Se for possível, uma vez aberta a embalagem, armazena o café num recipiente com fecho hermético, ou com selo a vácuo, para que ele não entre em contacto com o ar, e, assim, reduzir ao minimo o processo de oxidação. Na nossa secção de accessórios, encontrarás productos projetados exclusivamente para isso.
  • Nunca guardes o café no frigorífico. Isso fará a umidade do café variar, e também fará variar as caraterísticas organolépticas. Além disso, o café absorbe fácilmente os aromas que o cercam. Não queremos que o nosso café tenha aromas ou sabores desconhecidos…
  • Nunca deixes que o sol o toque.

Em resumo, conserva-lo em local fresco e seco, sem luz solar, e sem contato com o ar. ☕

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